“Black Lives Matter”, ouviu-se em Portugal e um pouco pelo resto do mundo (Público)

George Floyd tornou-se um símbolo mundial de como a violência policial racialmente motivada mata, muitas vezes sem a sociedade se dar conta. E todos os países onde este sábado houve protestos têm os seus casos. Em Portugal, o caso de Cláudia Simões, agredida em Janeiro por um polícia ao ponto de ficar com a face deformada, também esteve presente. “Não quero ter medo da PSP”, lê-se numa faixa na manifestação de Lisboa, em que a iniciativa “Vidas negras importam” se uniu à manifestação convocada pela plataforma “Resgatar o futuro, não ao lucro”, cujo manifesto foi subscrito por mais de 25 associações e colectivos ligados a diversas causas.

No Porto, onde a marcha “Resgatar o futuro, não ao lucro” e uma manifestação contra o racismo confluíram, juntaram-se mais de mil pessoas. Da Praça da Cordoaria desceram para a Avenida dos Aliados. “Não podemos esquecer esta história longa que não fez como última vítima George Floyd, vai continuar a fazer muitas outras. Temos de sair da nossa zona de conforto”, disse à Lusa Joana Cabral, dirigente do SOS Racismo.
“É contra o racismo, contra o capitalismo e contra a precarização do trabalho. É preciso lembrar que boa parte das pessoas precárias e que asseguram uma parte significativa do trabalho que manteve a sociedade a funcionar durante a quarentena são, em muitos casos, pessoas com pertença a grupos étnico-raciais vulneráveis e, muitas vezes, pobres”.


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