Mais de mil pessoas nas manifestações contra o racismo e a precariedade laboral no Porto (JN)

Não podemos esquecer esta história longa que não fez como última vítima George Floyd, vai continuar a fazer muitas outras. Temos de sair da nossa zona de conforto“, disse, referindo que as duas manifestações do Porto se uniram porque “reúnem gente que vem lutar por causas que são aparentemente mais particulares, mas que, no fundo, facilmente percebemos que fazem parte da mesma luta”.

E acrescentou: “É contra o racismo, contra o capitalismo e contra a precarização do trabalho. É preciso lembrar que uma parte significativa das pessoas precárias e que asseguraram uma parte significativa do trabalho que manteve a sociedade a funcionar durante a quarentena são, em muitos casos, pessoas com pertença a grupos étnico raciais vulneráveis e, muitas vezes, pobres“.


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