Milhares em protestos contra o racismo em Lisboa, Porto e Coimbra. As fotos das homenagens a Floyd (muitas sem as regras de segurança) (Observador)

“É contra o racismo, contra o capitalismo e contra a precarização do trabalho. É preciso lembrar que uma parte significativa das pessoas precárias e que asseguraram uma parte significativa do trabalho que manteve a sociedade a funcionar durante a quarentena são, em muitos casos, pessoas com pertença a grupos étnico raciais vulneráveis e, muitas vezes, pobres”.

Da organização da marcha “Resgatar o futuro”, Raquel Azevedo, dirigente dos Precários Inflexíveis, explicou à Lusa que se pretende, sobretudo, “lutar por novas escolhas, direitos mais iguais, exigir um emprego com direitos e assegurar que os mais afetados por esta crise pandémica têm a proteção social que lhes é devida”.


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