Protesto em Braga contra morte de George Floyd junta três centenas (JN)

“Em Portugal assistimos também à violência deste sistema, em que são inúmeros os casos de violência policial contra corpos negros: recordemos os jovens residentes do bairro da Cova da Moura e os abusos que sofreram em custódia na esquadra de Alfragide, as agressões policiais no Bairro da Jamaica e a repressão contra os jovens protestantes que ousaram subir a Avenida da Liberdade, e este ano, a agressão a Cláudia Simões, cujo único crime foi não ter consigo o passe da sua filha de 12 anos”, acrescenta a organização.

Outro âmbito desta manifestação, intitulado “Resgatar o futuro, não o lucro“, pretende alertar para que “a crise causada pela pandemia da covid-19 veio deixar bem claro que não estamos todos no mesmo barco quanto às consequências inerentes a esta crise”, pois “se o normal é o salário dos gestores do Novo Banco (com dois milhões de euros) ser maior que o apoio que o Ministério da Cultura dedicou para as mais de 100 mil pessoas que tentam sobreviver no setor da cultura, então não queremos voltar ao normal”, sendo destacado, pela organização, “as 300 mil pessoas obrigadas a trabalhar a recibos verdes, que viram o seu trabalho cancelado a receberem metade do valor do limiar da pobreza”.


Lê a notícia completa do JN, aqui.

Segue-nos nas redes sociais: